DENGUE VOLTA A SE MANIFESTAR NO CIRCUITO DAS ÁGUAS PAULISTA E ACENDE ALERTA MÁXIMO PARA 2026
Os primeiros registros e notificações indicam que a dengue voltou a se manifestar no Circuito das Águas Paulista, reacendendo um sinal de alerta máximo para o ano de 2026. O cenário preocupa autoridades de saúde e especialistas, que avaliam que, sem ações imediatas e eficazes, a região pode enfrentar um número de casos superior ao registrado em 2025, com risco real de agravamento do quadro e novas mortes provocadas pela doença.
A combinação de chuvas frequentes, altas temperaturas e falhas recorrentes na prevenção cria o ambiente ideal para a proliferação do mosquito transmissor. Municípios do Circuito das Águas, conhecidos pela intensa circulação de moradores e turistas, acabam se tornando áreas vulneráveis à rápida disseminação do vírus.
Balanço de 2025 reforça o alerta
Dados consolidados de 2025 mostram que todas as cidades do Circuito das Águas Paulista registraram casos de dengue ao longo do ano. Amparo e Jaguariúna concentraram os maiores volumes de notificações, com centenas de casos confirmados, sendo consideradas áreas de maior atenção sanitária. Pedreira, Serra Negra, Holambra e Socorro também apresentaram registros consistentes da doença, enquanto Águas de Lindóia, Lindóia e Monte Alegre do Sul tiveram números menores, porém contínuos, o que demonstra que o problema é regional e não isolado.
O dado mais grave de 2025 foi a confirmação de mortes causadas pela dengue em Amparo, evidenciando o potencial letal da doença quando o sistema de prevenção e resposta não consegue conter o avanço dos casos. Nas demais cidades do Circuito das Águas Paulista, não houve confirmação oficial de óbitos, mas as autoridades de saúde mantiveram o estado de vigilância devido ao aumento das notificações.
Prevenção precisa começar agora
O histórico recente mostra que a dengue não surge de forma repentina. Ela avança de maneira silenciosa, bairro a bairro, quando medidas básicas não são adotadas com rigor. A ausência de mutirões de limpeza, o atraso na fiscalização de imóveis fechados e a falta de campanhas educativas contínuas contribuem diretamente para o agravamento do problema.
Especialistas reforçam que a responsabilidade é compartilhada, mas cabe às administrações municipais liderarem ações preventivas urgentes, com planejamento regional, integração entre cidades e transparência nos dados. A população também precisa ser alertada de forma clara e constante: qualquer recipiente com água parada pode se transformar em um foco do mosquito.
O alerta está lançado ainda no início do ano. A experiência de 2025 já deixou lições duras. Se não houver ação firme, coordenada e imediata, o Circuito das Águas Paulista corre o risco de enfrentar uma nova crise sanitária anunciada em 2026.
✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Apresentador Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV, Jornal Digital Regional, o primeiro jornal digital de toda a região.

