GOVERNO LULA VIRA AS COSTAS PARA O POVO E ESTENDE A MÃO A DITADORES

GOVERNO LULA VIRA AS COSTAS PARA O POVO E ESTENDE A MÃO A DITADORES

O Brasil vive uma contradição cruel e revoltante. Enquanto pacientes agonizam em filas do SUS, hospitais enfrentam falta de medicamentos básicos e famílias recorrem a vaquinhas e decisões judiciais para sobreviver, o governo Lula insiste em uma política externa que prioriza regimes autoritários, ditadores e aliados ideológicos.

Falta remédio nas prateleiras do Brasil.
Mas sobra boa vontade para enviar insumos ao exterior.

A pergunta que ecoa nas ruas é simples e incômoda: por que o brasileiro fica sem tratamento enquanto governos autoritários recebem apoio? Qual lógica explica um país que não consegue garantir o básico à própria população, mas se apresenta como benfeitor internacional?

Sob o discurso de “solidariedade” e “cooperação humanitária”, o Planalto pratica uma política que ignora a realidade dos hospitais públicos, das UPAs lotadas e das farmácias vazias. O resultado é um sistema de saúde pressionado, profissionais sobrecarregados e cidadãos abandonados.

A saúde virou ferramenta ideológica.
Medicamento virou moeda diplomática.
O sofrimento do brasileiro virou detalhe.

Enquanto isso, o governo se aproxima de regimes conhecidos pela repressão, censura, perseguição política e violação de direitos humanos. Ditadores são tratados como parceiros. Criminosos são relativizados. O discurso é sempre o mesmo: “geopolítica”, “diálogo”, “integração”. Na prática, quem paga a conta é o povo.

Não há transparência suficiente. Não há explicações claras. Não há prioridade nacional. O que existe é um Estado que prefere agradar aliados externos a enfrentar seus próprios problemas internos.

Governar é fazer escolhas.
E o governo Lula escolheu.

Escolheu olhar para fora enquanto o brasileiro sofre dentro.
Escolheu proteger discursos enquanto vidas esperam.
Escolheu a ideologia no lugar da urgência.

Medicamento não pode faltar em um país que se diz democrático.
Saúde não pode ser negociada em nome de alianças políticas.

Enquanto faltar remédio no Brasil, qualquer envio ao exterior é um tapa na cara do cidadão.

E a história registrará:
quando o povo mais precisou, o governo preferiu os ditadores.

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Robertão Chapa Quente

• Diretor do Jornal Digital do Brasil • TV DIGITAL • Apresentador do Programa Chapa Quente

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