E VOCÊ , QUEM SERIA O CULPADO ? Traição no Carnaval: Culpar o “Diabo” Não Apaga Erros Nem Reconstrói Famílias

Durante o período de Carnaval, é comum surgirem relatos de relacionamentos abalados e até destruídos por episódios de traição. A combinação de festas, bebida, euforia e falta de limites acaba, muitas vezes, resultando em decisões que provocam dor, mágoa e rupturas definitivas.
Após o ocorrido, vem o arrependimento. Surgem os choros, os pedidos de perdão e, em muitos casos, a tentativa de transferir a responsabilidade para fatores externos. Entre as justificativas mais repetidas está a ideia de que “o diabo foi o culpado”.
Essa postura, no entanto, não se sustenta. Traição não é obra de forças sobrenaturais. É fruto de escolhas conscientes. Ninguém é obrigado a enganar, mentir ou ferir quem confia. Cada passo dado até o erro é uma decisão pessoal.
Colocar a culpa em terceiros é uma forma de fugir da própria responsabilidade. É mais fácil apontar para fora do que olhar para dentro e admitir: “Eu errei”. Porém, sem reconhecimento verdadeiro, não existe mudança real.
Relacionamentos saudáveis são construídos com diálogo, respeito e compromisso. Quando há insatisfação, o caminho correto é conversar, buscar ajuda ou, se necessário, encerrar a relação com honestidade — nunca recorrer à traição.
Assumir erros é sinal de caráter. Mudar atitudes é prova de maturidade. Repetir desculpas vazias apenas perpetua comportamentos que machucam famílias, filhos e histórias construídas ao longo dos anos.
O Carnaval passa. A dor causada por uma traição, muitas vezes, permanece. Por isso, é preciso refletir: liberdade não significa falta de responsabilidade. Festa não justifica desrespeito.
Quem erra deve assumir, aprender e mudar. Só assim é possível reconstruir a própria dignidade e evitar que novos lares sejam destruídos pelo mesmo erro.
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