ESTÃO QUERENDO ESCONDER ALGUMA COISA MINISTRO ? – Peritos federais questionam atuação do Ministério Público em apuração envolvendo o Banco Master

A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) levantou questionamentos sobre a condução de investigações relacionadas à chamada fraude do Banco Master, ao alertar para limites institucionais na produção de provas. Em nota, a entidade ressaltou que, embora caiba ao Ministério Público formar a convicção jurídica e oferecer denúncia, não é atribuição do órgão acusador elaborar provas a partir da análise de vestígios, função que, por lei, compete à perícia oficial.
A manifestação reacende o debate sobre separação de funções no sistema de Justiça e garantias do devido processo legal, especialmente em casos de grande repercussão financeira. Para a APCF, a preservação da cadeia de custódia e a independência técnica da perícia são essenciais para assegurar imparcialidade, confiabilidade e validade das provas.
Nos bastidores, a declaração alimenta críticas de que haveria tentativas de condução excessiva da investigação sem o respaldo técnico adequado, o que poderia comprometer a transparência e a robustez do material probatório. Especialistas em direito penal ouvidos reservadamente avaliam que eventuais extrapolações podem abrir espaço para questionamentos judiciais e nulidades processuais.
Procurado, o Ministério Público ainda não se pronunciou sobre o teor da nota da APCF. O caso segue sob acompanhamento, enquanto cresce a pressão por clareza institucional e rigor técnico na apuração, em um contexto no qual a sociedade cobra respostas objetivas e provas incontestáveis.
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