POR QUE O PASSAPORTE AINDA NÃO FOI RETIDO? FILHO DE LULA DEIXA O BRASIL EM MEIO A INVESTIGAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL

POR QUE O PASSAPORTE AINDA NÃO FOI RETIDO? FILHO DE LULA DEIXA O BRASIL EM MEIO A INVESTIGAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL

Enquanto cidadãos comuns enfrentam medidas duras, rápidas e muitas vezes preventivas da Justiça, um questionamento cresce nos bastidores políticos e jurídicos do país: por que o filho do presidente da República segue livre para deixar o Brasil mesmo sob investigação da Polícia Federal?

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, prepara-se para retornar a Madri, onde passou a residir em meados de 2025, justamente no momento em que seu nome aparece vinculado a uma investigação sensível envolvendo um dos maiores escândalos recentes de desvio de recursos de aposentados e pensionistas do INSS.

A Polícia Federal apura informações de que Lulinha teria mantido relações comerciais com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como operador central do esquema. Um ex-auxiliar do lobista afirmou, em depoimento, que o filho do presidente teria recebido R$ 25 milhões, além de uma suposta mesada de aproximadamente R$ 300 mil. As informações fazem parte de apuração oficial em curso.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, confirmou publicamente que há investigações envolvendo Lulinha. Mesmo assim, nenhuma medida cautelar conhecida, como retenção de passaporte ou restrição de saída do país, foi adotada até o momento.

Reportagens revelaram ainda que Lulinha e o Careca do INSS viajaram juntos para Portugal, em voo pago pelo lobista. Mensagens apreendidas pela Polícia Federal indicam que, em outubro de 2024, o operador orientou um funcionário a realizar uma entrega no endereço de Lulinha, em nome de sua esposa, Renata Moreira — episódio que consta em material sob análise dos investigadores.

Apesar da gravidade das informações, Lulinha não constituiu advogado e não se manifestou publicamente. O presidente Lula afirmou que, caso o filho tenha cometido irregularidades, deverá responder por seus atos. No entanto, na prática, a base governista no Congresso votou contra sua convocação para depor na CPMI do INSS, reforçando a percepção de blindagem política.

A situação levanta um debate inevitável: há dois pesos e duas medidas no sistema de Justiça? Em outros casos, investigações preliminares foram suficientes para impor restrições severas. Neste, o investigado deixa o país sem impedimentos, mesmo com apuração em andamento e material probatório sob análise.

A pergunta permanece sem resposta oficial: por que nenhuma providência foi tomada até agora?
A lei deve valer para todos — inclusive para filhos de presidentes.


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Robertão Chapa Quente

• Diretor do Jornal Digital do Brasil • TV DIGITAL • Apresentador do Programa Chapa Quente

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