PF INVESTIGA EMPRESÁRIO QUE CONTROLA CONCESSÕES EM ARARAQUARA FIRMADAS NA GESTÃO EDINHO SILVA (PT)

PF INVESTIGA EMPRESÁRIO QUE CONTROLA CONCESSÕES EM ARARAQUARA FIRMADAS NA GESTÃO EDINHO SILVA (PT)

PF APURA EMPRESÁRIO QUE CONTROLA CONCESSÕES PÚBLICAS EM ARARAQUARA

A Polícia Federal realizou, nesta quarta-feira (14), uma nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga um esquema envolvendo suspeitas de fraudes financeiras, créditos irregulares e movimentações atípicas de recursos no mercado financeiro. Entre os alvos está o empresário João Carlos Mansur, fundador da Reag Investimentos e com vínculos apontados com o Banco Master.

As diligências incluíram mandados de busca e apreensão cumpridos na cidade de São Paulo, com o objetivo de coletar documentos, equipamentos eletrônicos e registros financeiros que possam esclarecer a atuação do grupo investigado.

CONCESSÕES EM ARARAQUARA ENTRAM NO RADAR

O avanço da investigação reacendeu questionamentos em Araraquara (SP), onde empresas ligadas ao empresário detêm a concessão de importantes equipamentos públicos, entre eles:

  • Arena da Fonte Luminosa
  • Ginásio Gigantão
  • Centro de Eventos CEAR

As concessões desses espaços foram firmadas durante a gestão do então prefeito Edinho Silva (PT), por meio de processos licitatórios realizados à época.

QUESTIONAMENTOS SOBRE CONTRATOS DE LONGO PRAZO

Embora, até o momento, não haja imputação direta de irregularidades nas licitações, o fato de concessões públicas de longo prazo estarem sob controle de grupos agora investigados pela Polícia Federal levanta debates sobre critérios de fiscalização, compliance e riscos ao patrimônio público.

A PF apura se houve uso de estruturas empresariais para ocultar recursos, simular operações financeiras ou obter vantagens indevidas, o que pode impactar contratos firmados com o poder público em diferentes regiões do país.

INVESTIGAÇÃO SEGUE EM ANDAMENTO

A Polícia Federal informou que a operação ainda está em fase inicial e novas etapas não estão descartadas. Os investigados terão direito à ampla defesa, e os contratos de concessão poderão ser analisados por órgãos de controle, caso surjam indícios de irregularidades.

O caso segue sob sigilo parcial e pode ter desdobramentos políticos, administrativos e judiciais.


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Robertão Chapa Quente

• Diretor do Jornal Digital do Brasil • TV DIGITAL • Apresentador do Programa Chapa Quente

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