O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL NÃO SÃO OS POLÍTICOS — É O ELEITOR
Meu problema como jornalista não é com Wagner Moura, Lula, Bolsonaro, STF ou políticos já conhecidos por seus escândalos. O verdadeiro problema do Brasil é mais profundo, mais grave e mais perigoso: um povo politicamente analfabeto.
Em pleno ano de 2026, ainda existem eleitores que vendem o voto por um botijão de gás, um boleto pago ou uma garrafa de pinga. Pessoas que tratam o direito mais sagrado da democracia como moeda de troca. E depois reclamam do caos que ajudaram a construir.
Um país onde o eleitor não respeita o próprio voto está condenado ao fracasso. É assim que se abre caminho para regimes autoritários, para governos que concentram poder, silenciam críticas e avançam sobre liberdades — tudo sob aplausos daqueles que não entendem o que está acontecendo.
O mais revoltante é ver trabalhadores que receberam apenas R$ 15 de aumento no salário comemorando, batendo palmas e defendendo um sistema que os mantém pobres, dependentes e calados. Isso não é consciência política. Isso é submissão.
Não existe ditadura sem base popular. Ela se constrói com ignorância, dependência e conveniência. Quando o povo aceita migalhas e chama isso de conquista, o futuro já está comprometido.
O Brasil não está quebrado por falta de recursos. Está quebrado por falta de consciência.
Enquanto o eleitor não entender que voto não é favor, é poder, o país continuará refém de projetos que não representam o povo — apenas se aproveitam dele.
GRUPO JDB DE COMUNICAÇÃO.
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ROBERTÃO CHAPA QUENTE.

