O BRASIL QUER SABER: POR QUE UM MINISTRO DO STF QUER ESCONDER DOCUMENTOS DO CASO MASTER?ONDE ESTÃO OS DEPUTADOS E SENADORES DIANTE DESSE SILÊNCIO INACEITÁVEL ? O MINISTRO QUER ESCONDER ALGO ?

O BRASIL QUER SABER: POR QUE UM MINISTRO DO STF QUER ESCONDER DOCUMENTOS DO CASO MASTER?ONDE ESTÃO OS DEPUTADOS E SENADORES DIANTE DESSE SILÊNCIO INACEITÁVEL ? O MINISTRO QUER ESCONDER ALGO ?

O Brasil acompanha, perplexo, mais um episódio que aprofunda a crise de confiança nas instituições. Documentos relacionados ao caso Master, de evidente interesse público, permanecem sob sigilo por decisão de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), sem que a sociedade receba explicações claras, objetivas e convincentes sobre os reais motivos dessa ocultação.

Em um país onde a Constituição estabelece a publicidade como regra e o sigilo como exceção, causa estranheza que informações sensíveis, envolvendo recursos, decisões e possíveis responsabilidades, sejam retiradas do alcance da população. O argumento do “interesse institucional” volta a ser usado como escudo para afastar o cidadão do direito de saber o que está sendo feito em seu nome.

Mais grave ainda é o silêncio ensurdecedor do Congresso Nacional. Deputados e senadores, que têm o dever constitucional de fiscalizar os atos dos outros Poderes, parecem assistir a tudo de braços cruzados. Não há audiências públicas, não há convocações, não há pressão institucional efetiva. A omissão transforma representantes eleitos em meros figurantes de um sistema que fecha as portas para o povo.

O STF concentra poder, decide, mantém sigilo e segue sem ser questionado com a firmeza necessária. Já o Legislativo, que deveria agir como contrapeso, prefere o conforto da inércia. O resultado é um vácuo de fiscalização que enfraquece a democracia e amplia a desconfiança popular.

A pergunta que ecoa nas ruas, nas redes e nas redações é simples e direta: o que há nesses documentos que não pode ser visto? Se não existe nada a esconder, por que esconder? Transparência não ameaça a democracia; ao contrário, é o que a sustenta.

Quando instituições passam a tratar o cidadão como incapaz de compreender a verdade, o problema deixa de ser jurídico e passa a ser moral. Democracias não sobrevivem à base de sigilos eternos, decisões fechadas e representantes omissos.

O Brasil não pode aceitar que casos de interesse nacional sejam empurrados para debaixo do tapete institucional. O povo quer respostas. O povo exige transparência. E quem se cala diante disso se torna cúmplice do obscurecimento da verdade.

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ROBERTÃO CHAPA QUENTE.

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Robertão Chapa Quente

• Diretor do Jornal Digital do Brasil • TV DIGITAL • Apresentador do Programa Chapa Quente

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