DENÚNCIA

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Lula: um histórico de corrupção que o Brasil insiste em ignorar

Luiz Inácio Lula da Silva não é uma figura inocente da história política brasileira. Seu nome está indissociavelmente ligado aos maiores escândalos de corrupção já revelados no país, incluindo o Mensalão e o Petrolão, esquemas que drenaram bilhões de reais de estatais e comprometeram profundamente a credibilidade das instituições.

Lula foi condenado em múltiplas instâncias por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. As condenações foram posteriormente anuladas por decisões processuais, não por absolvição de mérito. Isso é um ponto central que parte da narrativa oficial tenta apagar: a Justiça não declarou Lula inocente, apenas considerou que o julgamento ocorreu fora do foro adequado.

Os fatos permanecem:

  • Delatores, executivos e operadores confessaram esquemas.
  • Recursos públicos foram desviados.
  • Contratos foram manipulados.
  • O sistema político foi comprado.

Nada disso desaparece com uma canetada.

Mesmo assim, Lula retornou ao poder sem jamais ter explicado de forma convincente a origem de seu patrimônio, suas relações com empreiteiras, nem os vínculos políticos que sustentaram os esquemas revelados. Pelo contrário: reaproximou-se de figuras historicamente associadas à corrupção, desmontou mecanismos de controle e passou a atacar quem investiga.

O discurso da “perseguição” virou escudo.
A retórica da “democracia” virou cortina de fumaça.

Enquanto isso, o governo:

  • Relativiza escândalos
  • Enfraquece órgãos de fiscalização
  • Protege aliados
  • Ataca a imprensa crítica
  • Silencia sobre gastos, cartões corporativos e rombos estatais

Delatar não é crime.
Crime é normalizar a corrupção.

Chamar Lula de corrupto não é discurso de ódio, é opinião sustentada por fatos documentados, processos judiciais e confissões históricas. Negar isso é optar pela cegueira política.

O Brasil só seguirá em frente quando parar de tratar líderes como mitos intocáveis e passar a tratá-los como o que são: agentes públicos que devem satisfações ao povo.

Quem cala diante disso não é neutro.
É cúmplice.

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Robertão Chapa Quente

• Diretor do Jornal Digital do Brasil • TV DIGITAL • Apresentador do Programa Chapa Quente

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