Golpe Bancário em Bragança Paulista: Vítima Tem Prejuízo de R$83.090,55 após Fraude Telefônica

Em Bragança Paulista, um caso de golpe bancário foi registrado na última semana, deixando uma vítima com um prejuízo significativo de R$83.090,55. O incidente aconteceu quando o indivíduo recebeu uma ligação aparentemente legítima de um número que se identificava como sendo do serviço de atendimento do banco. A chamada, que apareceu na tela do celular como “BRADESCO PRIME”, foi atendida pela vítima, que, em um primeiro momento, acreditou tratar-se de um contato oficial da instituição financeira.
Durante a conversa, a pessoa que se identificou como secretária de uma gerente do banco alegou que o cliente estava sendo vítima de um contrato de financiamento pessoal no valor de R$149.000,00, e para evitar que o processo se concretizasse, seria necessário seguir uma série de instruções enviadas pela mesma. A vítima, temerosa, seguiu as orientações, fornecendo dados pessoais e sigilosos, como números de conta, senha e TOKEN.
Após realizar o procedimento solicitado, a vítima começou a receber mensagens de texto (SMS) informando sobre transações bancárias que não havia realizado. Entre as notificações, estavam dois pagamentos via Pix, totalizando R$25.101,46, além de duas compras no cartão de crédito, que somaram R$57.989,09. Os valores foram direcionados a diferentes destinatários, incluindo a Western Union e uma empresa localizada em Guarulhos, especializada em comércio de artigos diversos.
O golpe, aparentemente elaborado e convincente, resultou em um prejuízo financeiro de mais de R$83.000,00 para o cliente. A vítima, imediatamente após perceber o golpe, procurou a delegacia para registrar o ocorrido e buscar apoio.
A polícia está investigando o caso, tentando rastrear as transações realizadas e identificar os responsáveis pela fraude, que pode ter envolvimento de uma rede criminosa especializada em golpes bancários. As autoridades recomendam que os cidadãos estejam sempre atentos a ligações ou mensagens suspeitas e evitem fornecer informações pessoais ou bancárias a desconhecidos.
Esse caso serve como alerta para a importância de cautela ao lidar com solicitações de dados sensíveis, especialmente quando não iniciadas pelo próprio cliente. A recomendação das instituições bancárias é de que nunca se compartilhem informações sigilosas por telefone ou links enviados por terceiros.