Santana Evidence: luxo com um toque esportivo

Santana Evidence: luxo com um toque esportivo


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Santana Evidence ganhou status de
Renato Bellote/iG

Santana Evidence ganhou status de “carro de patrão” na virada para os anos 90 com alguns itens exclusivos

O Santana foi lançado no Brasil em 1984. Logo de cara ele caiu no gosto dos consumidores, seja pelo estilo sóbrio, pela mecânica robusta ou simplesmente por ser mais um produto Volkswagen que vinha na linha de sucesso do Voyage. Vale lembrar que ele é o Passat de segunda geração.

Inicialmente o foco era o público de maior poder aquisitivo. As versões CG e depois CD miravam esse consumidor que estava buscando um produto confiável e com bom acabamento. A perua Quantum seguiu na mesma linha fazendo bastante sucesso entre as famílias brasileiras. E naquele período a concorrência no segmento das peruas era bem acirrado.

O Santana conseguiu ocupar um espaço bastante interessante no mercado. Ele se tornou uma escolha do jovem executivo, do pai de família ou até mesmo de um profissional liberal bem sucedido. Logo surgiram versões voltadas para vários tipos de consumidores, entre elas a GLS, GL e também a CL, de entrada.

O Evidence chegou mercado em 1989. Ele trazia os mesmos equipamentos da versão GLS, a mais completa, porém com estilo esportivo que fez bastante sucesso no período. A cor exclusiva da carroceria, preto onix, se destacava também por uma ligeira faixa bastante fina nas laterais. Além disso as rodas pingo d’água, as mesmas do Gol GTI , agradaram o público que queria elementos mais esportivos no sedan.

Internamente vale destacar o bom acabamento, sóbrio e ao mesmo tempo jovem. O destaque vai para camurça das portas e também dos bancos. Estes não são da Recaro mas acomodam bem o corpo e proporcionavam um nível de conforto bastante satisfatório.

Mecanicamente ele trazia o confiável motor de 2 litros, porém carburado. Nessa época a única versão injetada do mercado era o já citado Gol GTI, que seria seguido dos lançamentos, no ano seguinte, do Santana Executivo e também de seu grande concorrente, o Monza 500 EF .

Guiar um Santana é sempre uma experiência bastante prazerosa. O conjunto mecânico de 2 litros e 116 cavalos aliado ao câmbio de cinco velocidades e trocas bastante suaves, uma referência nos anos 80 e 90, faz de qualquer passeio algo muito proveitoso. Nos vemos na semana que vem.

Fonte: IG CARROS

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