O Oposto ao Fascismo é a Liberdade.

O Oposto ao Fascismo é a Liberdade.

“Não tentemos satisfazer a sede de Liberdade bebendo da taça da amargura e do ódio.”

Martin Luther King Jr.

O Reverendo Martin Luther King Jr, André Rebouças, Joaquim Nabuco e outros tantos heróis na luta pela LIBERDADE e ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO, jamais ousaram o meio da violência para alcançar o que desejavam.

O CONTRÁRIO DE FASCISMO NÃO É “ANTIFAS”, É O LIBERALISMO. Historicamente isso é explícito, quando o governo socialista alemão ergue um muro e separa diversas famílias umas das outras e compulsoriamente impede as pessoas de ir e vir, o motivo alegado era construir uma barreira anti fascista, um belo exemplo de discurso bonito, totalmente contrário às práticas. No entanto, a derrubada do muro de Berlim é empreendida justamente por Estados Democráticos com Economias de Mercado mais abertas e liberais. Porem nesse momento de polarização, não é preciso escolher lado A ou lado B para ser contra o fascismo, o nazismo ou qualquer outro tipo de regime totalitário que promova segregação, é preciso ser racional e nos desafiarmos diariamente a olharmos por cima dos muros, sermos elegantes e sinceros conosco, como diz a canção de Lulu Santos.

Não é possível defender liberdade e ao mesmo tempo querer um Estado Intervencionista, que o tempo todo atrapalha as pessoas de trabalhar (inclusive os negros e mais pobres), intervém nas escolhas individuais alheias, impõem altíssimas regulamentações e impostos deixando de fazer o básico, isso é, proteger a propriedade privada e a vida, promover saúde, educação e segurança, afim de promover oportunidades iguais para todos.
Não é necessário defender campos de concentração ou conquistas territoriais para ser um tirano, como Adolf Hitler e Benito Mussolini. O único requisito necessário é acreditar na primazia do Estado sobre os direitos individuais, assim como Mao- Tse Tung, Stalin, Lenin, Che Guevara entre outros, que são elogiados por diversos intelectuais brasileiros.
É importante lembrar, que a palavra “Nazi” era uma abreviatura de “der Nationalsozialistische Deutsche Arbeiters Partei” — Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Os países que sofreram diretamente com a perseguição ditatorial dos Nazistas e Comunistas, como Polônia, Geórgia, Hungria, Letônia, Lituânia, Moldávia e a Ucrânia, marchar com a bandeira vermelha da ex-URSS, estampada com a foice e o martelo é contra a lei, assim como usar a suástica do Nazismo Alemão.

Extremos não nos levarão há lugar algum, é como cantava John Lennon:

“Você diz que quer uma revolução
Bem, você sabe
Todos nós queremos mudar o mundo
Você me diz que isso é evolução
Bem, você sabe
Todos nós queremos mudar o mundo
Mas quando você fala de destruição
Você não sabe que não pode contar comigo?”

Onde houver violência, totalitarismo e defesa de supremacia estatal, por favor, me incluam fora dessa!

O direito legítimo a manifestações, no Estado de Direito, deve ter como base o respeito às leis, às instituições e à propriedade. O embate deve ser sempre no campo das ideias, e jamais por meio da violência.

Ton Proêncio

Ton Proêncio

Administrador formado pelo Centro Universitário de Jaguariúna - UniFAJ, especializando em Economia Financeira pela Unicamp e aficionado ao Empreendedorismo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *