O que a Globo não mostrou sobre o caso Suzy

O que a Globo não mostrou sobre o caso Suzy

Emissora ignorou os crimes praticados pela transexual na veiculação da matéria no Fantástico

Há cerca de duas semanas, no domingo retrasado (01/03/2020), a rede Globo veiculou uma matéria através do Fantástico, onde Suzy de Oliveira foi uma das personagens do quadro do doutor Drauzio Varella, que fez o Brasil chorar com seu “drama” pessoal: uma travesti abandonada, esquecida na penitenciária de Guarulhos em São Paulo, jogada a sua própria sorte em um sistema carcerário desumano que lhe furta qualquer possibilidade de ser feliz e vislumbrar um futuro no qual possa se reintegrar a sociedade.

Segundo a matéria, a detenta não recebe visitas há oito anos, e o motivo de sua solidão seria por conta de sua transição de gênero e sexualidade.

O “drama” retratado pelo Fantástico tentou claramente transformar a detenta numa vítima de uma sociedade desigual, racista, opressora e transfóbica, que só pune grupos minoritários, cujos crimes são sua cor de pele, seu gênero e sua classe socioeconômica – um velho clichê utilizado pela Esquerda, que chegou até colar por um bom tempo.

Contudo, o que a Globo não mostrou foram os crimes praticados por Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos — verdadeiro nome de Suzy.

O site o antagonista trouxe a tona ontem (08) os crimes bárbaros praticados por Suzy. Segundo o processo, a detenta praticou “atos libidinosos consistentes em sexo oral e sexo anal com o menor Fábio dos Santos Lemos, que à época contava com apenas 9 anos de idade”.Ela teria deixado o corpo da criança apodrecer em sua sala por 48 horas.

Em sua sentença de maior condenação, a criminosa “matou e o ofendeu mediante meio cruel, consistente em asfixia, se valendo de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, haja vista tratar-se de criança, com mínima capacidade de resistência”.

Na sentença, uma tia da transexual disse que Suzy teria contado aos familiares sobre o estupro de uma criança em São Paulo.

“Entrou na casa para roubar, subiu as escadas e a criança estava no quarto deitada, não sei bem como ele entrou, fechou a boca da criança. Ele contou tudo, normal como eu estou te contando”, disse a tia para o juiz do caso.

Em terras onde a bandidolatria é defendida de forma escancarada pela extrema imprensa ao ponto da vítima virar algoz e o algoz virar vítima, nada me surpreende, nem mesmo o fato da senhora rede globo não expressar a mínima compaixão e solidariedade à família da criança, morta pelas mãos de um monstro, pelos pais que não poderão ver o filho crescer e que talvez se culpem dia após dia por não terem conseguido proteger uma pobre criança das garras de um maldito pedófilo assassino.

Contudo, o que me espanta é o fato de grande parte da população brasileira ainda se permitir ser pautada pela opinião de uma mídia que não tem apreço algum pela vida humana e que não mede esforços na busca pela implementação de sua agenda progressista, mesmo que para isso tenha que ignorar crimes hediondos em prol de suas bandeiras.

Jornal Digital do Brasil

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