Testemunha diz na CPMI das Fake News que jornalista da Folha ofereceu sexo em troca de informações

Testemunha diz na CPMI das Fake News que jornalista da Folha ofereceu sexo em troca de informações

O ex-funcionário da empresa Yacows, Hans River do Rio Nascimento, disse que a jornalista da Folha de São Paulo, Patrícia Campos Melo, se insinuou para ele em troca de informações para escrever matéria em que acusava a empresa de disparar mensagens via Whatsapp durante a campanha de Jair Bolsonaro à presidência.

“Ela queria sair comigo e eu não dei interesse para ela. Ela parou na porta da minha casa e se insinuou para entrar na minha casa com propósito de pegar matéria, ela queria ver meu computador e quando eu cheguei na Folha de S. Paulo, quando ela escutou a negativa, o destrato que eu dei e deixei claro que não fazia parte do meu interesse, a pessoa querer um determinado tipo de matéria a troco de sexo, que não era minha intenção”, disse durante a oitiva.

De acordo com Hans, sua intenção era sobre ser ouvido à respeito de seu livro.  Ele relatou ainda que  as reportagens da Folha sobre sua suposta participação na campanha Bolsonaro o prejudicaram a ponto de não conseguir mais nenhum emprego.

“Não consigo pagar a minha própria insulina. As empresas me chamam, gostam do meu trabalho, mas quando puxam meu histórico e veem meu nome na reportagem, me mandam embora”, disse.

E completou: “A jornalista acabou com meu nome inteiro, colocou no jornal falando coisa que eu não tinha nem falado. Falando que eu estava fazendo campanha do Bolsonaro e eu não tinha feito. Do Doria, que eu não tinha feito. O prejuízo que essa jornalista da Folha me deu é absurdo”.

Acompanhe a entrevista:

Jornal Digital do Brasil

Jornal Digital do Brasil

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *