Audiências discutem novas regras de saque do PIS e do FGTS

Audiências discutem novas regras de saque do PIS e do FGTS

A comissão mista que analisa as novas regras para saques nas contas ativas e inativas do FGTS e das cotas de PIS/Pasep promove duas audiências públicas nesta semana. As novas regras fazem parte da Medida Provisória 889/19.Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em vigor desde julho, a MP pretende injetar R$ 42 bilhões na economia até o fim do próximo ano

De acordo com a MP, desde 19 de agosto, qualquer titular de conta individual no PIS/Pasep – ou seus dependentes, se for o caso – pode sacar o saldo integral. Esses fundos atendiam trabalhadores com carteira assinada ou servidores públicos até 1988.

Em relação ao FGTS, de setembro a março de 2020, o trabalhador poderá retirar até R$ 500 de cada conta ativa ou inativa. Outra opção, será fazer retiradas, a partir de 2020, no mês do aniversário, em valores que dependerão do saldo da conta.

Com essas medidas, o governo pretende devem injetar até R$ 42 bilhões na economia até o fim de 2020.

Terça
Amanhã, a comissão ouvirá representantes dos ministérios da Economia e do
Desenvolvimento Regional; além do diretor-executivo de Fundos de Governo da Caixa Econômica Federal, Edilson Carrogi Ribeiro Vianna.

Essa audiência será realizada às 14h30, no plenário 6 da ala Nilo Coelho, no Senado. Quem quiser poderá acompanhar a discussão pela internet.

Clique aqui e acompanhe.

Quinta
O segundo debate está marcado para quinta-feira (19), às 10 horas, no mesmo local. Desta vez serão ouvidos, entre outros, representantes do Banco Central, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Os interessados também poderão acompanhar essa discussão pela internet. Clique aqui e participe.

Críticas
No mês passado, representantes da construção civil criticaram a liberação de saques nas contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) durante debate promovido pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados.

Segundo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic), José Carlos Martins, esses recursos acabarão direcionados para o consumo das famílias, sem resultar em melhorias no ambiente econômico.

O texto em análise na comissão mista já recebeu 134 emendas.Da Redação – ND

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Jornal Digital do Brasil

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